terça-feira, 3 de março de 2009

Decreto Regulamentar n.º 5/2009

Terminada a peregrinação a Espinho, para adoração do lider, foi publicado o Decreto Regulamentar n.º 5/2009 de 3 de Março.

MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DA INOVAÇÃO
Decreto Regulamentar n.º 5/2009
de 3 de Março
O Decreto Regulamentar n.º 58/2007, de 27 de Abril,
aprovou a nova orgânica das direcções regionais da economia,
definindo a sua natureza, missão e atribuições, bem
como os respectivos órgãos.
O referido decreto regulamentar definiu ainda as áreas
de actuação de cada direcção regional da economia, sem,
contudo, identificar a sede de cada uma delas.
Considerando que a identificação das sedes dos serviços
públicos constitui um elemento informativo essencial para
o cidadão, independentemente de se tratar de serviços
ou organismos da administração directa do Estado ou da
administração indirecta, ou ainda de serviços centrais ou
descentralizados.
Assim, entende -se que o acto normativo que contém as
atribuições das direcções regionais da economia e a respectiva
área de actuação deve também conter a identificação
da localização da sua sede.
A importância de fazer constar a localização da
sede dos serviços dos respectivos diplomas orgânicos
acresce quando ocorre a alteração da localização da
sede. Considerando que a Direcção Regional da Economia
do Centro vai localizar a sua sede em concelho
diverso do actual, mais razões há a justificar a presente
iniciativa.
Deste modo, é alterado o Decreto Regulamentar
n.º 58/2007, de 27 de Abril, no sentido de contemplar,
para além das áreas geográficas de actuação, a localização
da sede de cada direcção regional da economia,
acompanhando, neste aspecto, a solução que foi adoptada,
em regra, pelas leis orgânicas aprovadas na sequência do
Programa para a Reestruturação da Administração Central
do Estado (PRACE).
Assim:
Ao abrigo do disposto no n.º 1 do artigo 24.º da Lei
n.º 4/2004, de 15 de Janeiro, e nos termos da alínea c)
do artigo 199.º da Constituição, o Governo decreta o seguinte:
Artigo único
Alteração ao Decreto Regulamentar n.º 58/2007, de 27 de Abril
O artigo 1.º do Decreto Regulamentar n.º 58/2007, de
27 de Abril, passa a ter a seguinte redacção:
«Artigo 1.º
[…]
1 — . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
2 — . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
a) Direcção Regional da Economia do Norte, com
sede no Porto;
b) Direcção Regional da Economia do Centro, com
sede em Aveiro;
c) Direcção Regional da Economia de Lisboa e Vale
do Tejo, com sede na Amadora;
d) Direcção Regional da Economia do Alentejo, com
sede em Évora;
e) Direcção Regional da Economia do Algarve, com
sede em Faro.»
Visto e aprovado em Conselho de Ministros de 21 de
Janeiro de 2009. — José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa
— Fernando Teixeira dos Santos — Manuel António
Gomes de Almeida de Pinho.
Promulgado em 17 de Fevereiro de 2009.
Publique -se.
O Presidente da República, ANÍBAL CAVACO SILVA.
Referendado em 19 de Fevereiro de 2009.
O Primeiro -Ministro, José Sócrates Carvalho Pinto
de Sousa.

2 comentários:

  1. Ninguém é Homem por decreto. Da mesma forma que uma família não o é só porque vive debaixo do mesmo tecto e têm laços de sangue, ou se é solidário porque se seguiu atrás do "rebanho". Um homem faz-se, constrói-se. Alicerça o seu ser na moral e a sua conduta na ética e não quebra. O cargo, o hábito, o titulo, não faz o Homem mas sim o contrário.

    Ora, podem decretar que não és Homem, que és ninguém, que és dispensável que o decreto não o tornará verdade. Podem decretar, como outros o fizeram no passado, a mentira como verdade, a coacção como necessidade, a exploração como justificável...que a verdade será sempre a mesma e uma só:
    Serás Homem ou não consoante responderes ao que de ti decretam...abraço

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  2. Abusas do teu poder
    Tentas por-nos uma mordaça
    P'ra não podermos dizer
    Quem fáz a nossa desgraça

    Neste mundo onde sobejam
    Os homene de pouco siso
    Talvez os malucos sejam
    Os que têm mais juízo

    Há tantos burros mandando
    Um homem de inteligência
    Que às vezes fico pensando
    Que a burrice é uma ciência

    E quem segue os teus conselhos
    Vive, pedindo favores
    Toda a vida de joelhos
    Aos pés dos seus opressores

    A pedra branca polida
    Que mói o trigo indiferente
    É como a roda da vida
    Que mói a vida da gente

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