quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Diário As Beiras - 6/1/2010

NOMEAÇÃO – Nome do novo director (ainda) não é conhecido
Economia do vaivém

Muda o ano, não a situação. Três trabalhadores continuam, diariamente, a ir de Coimbra a Aveiro. A única certeza é que Justino Santos será substituído. Fala-se de Antero Gaspar...

Ainda não passou um mês, mas pouco falta. Somam-se os dias e Justino Santos continua a exercer funções, em gestão corrente, como director da Direcção Regional de Economia do Centro (DRE-C). As dúvidas – no que toca a nomes para a substituição e a datas para mudança – são muitas. Certezas, só uma: Justino Santos não foi reconduzido. Lógicas à parte, tudo continua na mesma na DRE-C. Depois de uma breve pausa, foram três dias que os trabalhadores deslocados deixaram de ir para Aveiro, tudo regressou à normalidade. Mas, a paragem, ainda que curta, nas idas para a cidade onde agora funciona a sede da DRE-C teve uma explicação. Basicamente, “por razões de falta de procura de serviços e de já existirem pessoas destacadas fixas em Aveiro”, Justino Santos assumiu suspender a rotatividade. Decisão essa, segundo o ainda director, tomada depois de uma “análise lógica” de todo o processo. “Tudo foi devidamente comunicado e discutido”, sublinhou. Porém, poucos dias depois Justino Santos vem a saber que não será reconduzido e aqui a situação muda de figura. “Foi-me solicitado, para não dar a ideia de abandono, ou esquecimento, que os trabalhadores em rotatividade voltassem a Aveiro”. E assim foi. Diariamente, três pessoas juntam-se às restantes cinco na cidade da ria.

Silêncio no Ministério
Quanto a substituições, Justino Santos continua à espera. “Pode acontecer a todo o momento”, afirma. Há nomes já a circular, o próprio Justino Santos diz “que o mais ouvido é o de Antero Gaspar” – economista, antigo presidente da Câmara de Castelo de Paiva e ex-governador civil de Aveiro, para além de ex-deputado do PS. Mas falta a confirmação. Do Ministério da Economia e da Inovação, apesar dos telefonemas e dos emails enviados, não veio nenhuma resposta. Entretanto, resta esperar. S[egundo a lei que estabelece regras para as nomeações dos altos cargos dirigentes da Administração Pública, o exercício de funções em regime de gestão corrente não poderá exceder o prazo máximo de 90 dias.

Sindicato quer ser ouvido
Dois ofícios depois, mudança de pasta de ministro, e nada. O pedido de reunião com o titular da pasta da economia e da inovação continua com data indefinida. O Governo fala em “diálogo e concertação”, mas na lógica de Marli Antunes, do Sindicato de Trabalhadores da Função Pública, “ignorar sindicatos é um mau sinal”. Quanto às idas para Aveiro, “uma decisão lamentável e político-partidária”, o sindicato continua a não entender. Ou seja aquela que é apelidada como uma decisão “fiasco” devia ser refeita. Uma delegação em Aveiro e sede em Coimbra, é um dos desejos do sindicato para 2010.

1 comentário:

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